Abatedouros
clandestinos no Rio de Janeiro - Mande um e-mail para as autoridades
do Rio de Janeiro .O Jornal "O Globo" de 15/12/01 publicou
uma matéria de página inteira sobre os abatedouros clandestinos
no Rio de Janeiro. O foco, claro, é no perigo para a saúde dos consumidores.
Em nenhum momento o repórter menciona as atrocidades de que esses
pobres animais são vítimas. Como sabemos, bois, vacas e porcos abatidos
em fundos de quintal recebem marretadas, facadas e são retalhados
vivos, sem falar de outras torturas. São castrados sem anestesia,
confinados em espaços minúsculos ,condenados a viver sem luz do
Sol ou o mínimo de dignidade. Veja mais em: http://www.apasfa.org/futuro/animais_consumo.shtml
Abate
cruel no Ceará - Mande um e-mail para o Governador do
Ceará. Desde o ano de 1995 há lei específica (Lei Estadual
nº 12.505/95) que obriga em todos os matadouros do Estado, públicos
e particulares, a utilização do método científico de insensibilização
através do uso de pistola pneumática (ou de espoleta). Contudo,
a lei não é cumprida e bovinos, suínos, caprinos, etc. são abatidos
de forma dolorosa e cruel, sem que nenhuma autoridade - nem mesmo
as que defendem os direitos do consumidor (pois a carne do animal
morto com crueldade é nociva à saúde do ser humano que a ingere
em virtude das toxinas liberadas no processo) tome providências
para que seja abolido o método abusivo e selvagem de marretadas
no abate.
Cartas
e Postais
Campanha
contra a produção de Vitela - A trajetória de
sofrimento do bezerro começa já no 1º dia de vida, quando é apartado
da mãe e trancado em um compartimento que não oferece espaço para
que se movimente. Muitos não permitem até que o animal se deite.
E isso por cerca de seis meses. A intenção é impedir o desenvolvimento
da musculatura e garantir a carne tenra. A alimentação é feita apenas
com leite. "Privar o bezerro do consumo de fibras e minerais presentes
nas pastagens gera uma deficiência de ferro que pode levar à anemia",
explica o veterinário José Luciano Andriguetto, professor do Departamento
de Zootecnia da Universidade Estadual do Paraná. Para evitar que
os animais adoeçam, os produtores geralmente fornecem grande quantidade
de antibióticos. Com 4 a 6 meses de vida, os bezerros são retirados
do compartimento. Experimentam a liberade em alguns passos trôpegos
e vão direito para o abate. (fonte: Arca
Brasil)
Quando você for a um restaurante que serve vitela no cardápio,
deixe um cartão postal junto
com o pagamento da conta. Imprima a página e recorte o postal.
Em Nova York diversos restaurantes pararam de servir vitela, graças
a mensagens como essa. Faça a sua parte.
Campanha
contra a produção de patê de Foie Gras -
São usados, por ano, cerca de 10 milhões de gansos e patos para
a produção do patê de foie gras. As aves são mantidas, por toda
a sua curta vida, em confinamento permanente dentro de gaiolas mínimas,
o que as impede de fazer qualquer movimento.Alimentadas de 3 a 5
vezes ao dia -- quando são seguradas pelo pescoço --, têm seus bicos
abertos, onde é introduzido um cano metálico de 20 a 30 cm de comprimento,
que chega até o estômago do animal. Uma alavanca então é acionada
e bombeia, de uma vez, através desse cano, uma mistura de milho,
gordura e sal.Cada ave é forçada a ingerir até 3,5 kg dessa ração
por dia, o que equivale a um ser humano ser forçado a comer 12,5
kg de macarrão por dia. Após a alimentação, um anel elástico é apertado
no pescoço da ave para impedir que regurgite. Após 4 semanas de
alimentação forçada, o animal é morto e seu fígado, retirado para
produzir o patê. Verifique no supermercado que você faz suas
comprar, se o patê é vendido. Caso constate a venda
do produto, mande um e-mail ou uma carta para o supermecado (click
no título deste segmento). Você pode conseguir o e-mail
e o endereço, no própio supermercado.
Saiba mais sobre
a indústria de carne. Lembre-se de que no Brasil ainda é
muito pior: